Bem Vindos!

Algo que não se Esquece

"O Amor conquistado As Batalhas vencidas A tristeza perdida

terça-feira, 23 de abril de 2013

Tempo e mais tempo



O tempo foi algo que inventaram para que as coisas não acontecessem todas de uma vez. Tempo esse que falo, é aquele que está destinado a levar-nos ao certo e ao errado. Leva-nos a fazer escolhas, muitas delas erradas mas um dia vamos acertar. O tempo também foge mas ensino-me alguma coisas.
Não há gostar nem meio gostar, é tudo uma questão de jogo. Um jogo complicado que aumenta a adrenalina e mexe com os egos.
Um jogo de quem precisa, porque sim, sentir-se vivo.
A vida é assim.
São energias que se têm de libertar, são químicas que nos agitam, são vontades que surgem do nada e do nada se erguem e crescem. Quando se alimentam, viciam. Pede-se mais e mais, torna-se vulnerável e frágil.
Tudo tem um inicio. Quem colhe come, quem é colhido é comido. Não sei se isto tem alguma lógica, o facto é que o fruto tem de ser colhido e ou é comido ou apodrece. E quem vai escolher escolhe o que está maduro, o que está bonito ou o que lhe está mais a mão.
É uma visão um tanto ou quanto perturbadora, fria e  e talvez um bocado injusta mas não deixa de a ser.
De vez em quando existe uma visão sonhadora, poética, sentimental, lamechas como a interação que eu tenho aqui demostrado. Frases perfeitas, em que cada um dá o que tem de melhor ao outro, ficando os dois intactos e felizes. Eu dou, tu das, eu sou, tu és. Ambos sabem o que esperar, vivem para esse momento e por esse momento.
Todo o processo é bonito, envolvente, intenso chegando mesmo a ser romântico.
Contradições de sentimentos e de ideias é o que é. Nunca saberemos a verdadeira ou em qual acreditar, nunca saberemos qual ambicionar. Uma dá gozo outra segurança. 
Enfim, pensamentos que o tempo me ajuda a definir. Eu quero, tu queres ...e o tempo quer? Esperamos para ver ...

"Escrevo porque não sei falar do que vejo, não sei explicar o que oiço, não sei dramatizar o que sinto. Escrevo porque ainda tenho calafrios no coração, porque perdi a ilusão, escrevo porque desisti de falar o que a boca não consegue dizer. Escrevo porque nada me resta, escrevo porque me faz viver.."